Ao Correio, o delegado-adjunto da 33ª Delegacia de Polícia (Santa Maria), Paulo Fortini, afirmou que o caso ainda está sob investigação. "A diligência está em curso e, a princípio, envolve um celular que o suspeito achou que a vítima teria subtraído, mas não foi isso que ocorreu. Ele até permitiu que fosse procurado no seu carro pelo autor", detalhou. De acordo com o investigador, o acusado de ter atirado contra o professor disse que "não ficaria assim" e disparou, pelo menos, três tiros contra Adailton.
Investigações apontam que, na noite anterior, a vítima saiu com alguns amigos para um bar da região. No mesmo local, estavam os suspeitos que, segundo a apuração policial, conheciam o professor. O Correio apurou que o portão da casa de Adailton não foi arrombado. Ele foi assassinado na frente do pai.
Suspeito identificado
No início da noite, investigadores da 33ª DP identificaram um dos suspeitos de assassinar o professor. O homem, ainda não capturado, é um dos moradores da região. O delegado-adjunto Paulo Fortini afirmou que Adailton saiu à noite para se divertir com amigos e passou a madrugada com eles. "A gente apura que os envolvidos no assassinato estavam no mesmo local que a vítima e, de repente, passaram a desconfiar de que Adailton tivesse pegado o celular de um deles, mas não foi isso que ocorreu", reforçou.
De acordo com o delegado, os suspeitos também moram na região e, por várias vezes, foram até a casa de Adailton questioná-lo sobre o sumiço do aparelho. O professor chegou a pedir aos homens para revistar o carro dele. Um deles foi identificado e, segundo o investigador, há a possibilidade de adolescentes estarem envolvidos no crime.

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